quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A busca

A minha alma dilui-se no vento e na chuva, 
Conseguirei ir atrás, 
ao tempo da minha infância, 
em que tudo era o que era?

Agora busco o infinito...
Na chuva?
No vento?
Na luz do entardecer?
Na desilusão do adiar constante?

Está em mim,
tenho a certeza, 
e hei de descobrir...

Mas o quê?









FG 2013

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