A minha alma dilui-se no vento e na chuva,
Conseguirei ir atrás,
ao tempo da minha infância,
em que tudo era o que era?
Agora busco o infinito...
Na chuva?
No vento?
Na luz do entardecer?
Na desilusão do adiar constante?
Está em mim,
tenho a certeza,
e hei de descobrir...
Mas o quê?
FG 2013

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